Não era pra ser assim.
Gosto tanto de você, ou gostava, sei lá.
Mas você mostrou que o mais te importava era aquilo que pra mim não dava mais.
Tanto tempo fazendo síntese num simples desconectar.
Fico triste, muito.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Se não quero...
Me disseram que se eu realmene quisesse já teria conseguido. E quem me disse, com certeza sabe do que está falando.
O problema é que eu acho que quero, tenho a informação de que não quero e sinto uma enorme solidão.
Me disseram também que a solidão é minha e que não alguém ou alguéns que dêem conta de suprí-la, mas se eu realmente quiser, posso, apesar dela, fazer diferente.
O problema é que eu não aceito essa companhia e por não aceitá-la, tocá-la, conhecê-la, não faço diferente.
Vou tranferindo de tempos em tempos as responsabilidades da minha solidão, como se ela não fosse por si só, como se ela mudasse de personagem, de culpados ou de vítimas, nem sei ao certo.
O fato é que estou saturada de não saber, não saber é tão grande, tão doloroso, que ouso dizer que é preferível sentir o vazio de saber que tudo o que sou realmente é nada, do que a ignorância de imaginar-se algo, tão carente e solitário.
Não. A ignorância dói demais, esgota, responsabiliza o externo, seja ele um homem, um Deus, um ex-amigo, um trabalho.
Já chega de procurar culpados, de me fazer vítima daquilo que não sei, quero agora saber, porque não quero?
Já foram levantadas várias hipóteses, mas nenhuma sentida, nenhuma que fizesse sentido. Agora quero sentir!
Descortinar o que não quero, desconstituir o conceito, dar novas perspectivas, crescer, fazer síntese. Identificar a solidão e enfim querer. Se não quero, preciso aprender a querer.
domingo, 6 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Sensações
Me sinto mais leve, após lhe confessar que ainda sinto muito tesão por você.
Me sinto mais solta por lhe contar meus pensamentos, meus desejos e ainda assim saber que 'nós dois' não existe mais.
Me sinto mais segura em estar ao seu lado, sem temer que você perceba como me sinto, pois afinal ambos sabemos e isso não nos faz distantes.
Me sinto vaidosa, ao saber que você sente o mesmo por mim: me sinto mulher.
Me sinto adulta ao perceber que podemos sentar, falar, e saber que hoje não dá mais, mas que um dia o que vivemos foi avassalador.
Me sinto bem e me sinto, acima de tudo, sua amiga.
Me sinto mais solta por lhe contar meus pensamentos, meus desejos e ainda assim saber que 'nós dois' não existe mais.
Me sinto mais segura em estar ao seu lado, sem temer que você perceba como me sinto, pois afinal ambos sabemos e isso não nos faz distantes.
Me sinto vaidosa, ao saber que você sente o mesmo por mim: me sinto mulher.
Me sinto adulta ao perceber que podemos sentar, falar, e saber que hoje não dá mais, mas que um dia o que vivemos foi avassalador.
Me sinto bem e me sinto, acima de tudo, sua amiga.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Se chorei ou se sorri...
Não me arrependo de nada, nem de ninguém.
Alguns fatos me serviram de experiência, me fizeram amadurecer, outros estão guardados na caixa das mais doces recordações e outros ainda, estão na minha caixa de pandora... não conto mais nem pra mim, mas eu sei que eles estão lá, pontuando a minha história, que é de sonhos, alegrias, dores, desejos, ou seja, eu.
Certo dia uma amiga me disse: "se existisse uma borracha de apagar o tempo, eu apagaria algumas passagens da minha vida"...pois eu não apagaria nada, existência é experiência, é conteúdo é arcabouço.
Algumas pessoas não quero mais, mas elas foram essenciais naquele momento e ainda o são na minha memória, são fragmentos do que sou hoje, não seria a mesma sem as histórias vividas com eles.
Alguns momentos foram de dor, mas a vida é dor e prazer, dor faz parte, fortalece.
Não escrevo minha história a lápis, ela vem de tinta multicolorida e ainda que existam cores fortes, densas, estas também são a minha aquarela.
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