Lidar com o vazio na multidão.
É estranho ser humano.
Agora, aqui, sentada nesta mesa de bar.
O mundo espera que eu tenha uma companhia, uma muleta para me apoiar.
E eu só quero me embriagar.
Será que o mundo espera mesmo isso de mim? Ou é aquele animal selvagem que mora na minha intimidade e aguarda um vacilo meu, um medo qualquer para me devorar?
Sim sim! Creio seja ele a me incomodar. O animal selvagem dentro de mim, que vibra com a minha solidão e espera um passo em falso para me dizer:
- Eu te disse, você não se basta!
Riu sozinha, sorvo um gole de cerveja, olho nos olhos do animal em mim e digo:
- Não será hoje caríssimo! Hoje você não vai me devorar! Titubiei sim, mas estou bem comigo. Segura, bebendo, comendo, vendo a lua. Hoje não é solidão. Inadequação talvez, mas nada que me faça presa sua, vítima minha, refém social.

Minha nossa que vulcão, tem uma mulher feroz aí dentro, uma mulher querendo desbravar os extintos mais primitivos que há dentro do ser humano. Bom ficamos assim é só convidar que eu pego carro desloco até aí faço companhia e de queda uma boa massagem, deixo a fera que a dentro de ti, mais calma, agora se não houver massagem, eu me contento com uma boa cervejada até ficarmos bêbados, porquê não tem sentido beber pra ficar sã, pois se eu quiser ficar sã, bebo uma xícara de chá. Um beijo no seu coração, e nos pés também, rsrsrssr
ResponderExcluirSem dúvidas há chamas... mas fiquemos com a cerveja e a boa conversa, vem aí amigo!!
ResponderExcluir