O perigo, o proibido, o furtivo, o violento.
É isso que desperta prazer, que instiga os instintos, que faz vibrar.
Talvez pela grandeza da insensibilidade, talvez pela não conformação com a normose.
Fato é que se for sutil, se for permitido, se for 'normal', graça nenhuma tem, gozo algum provoca.
Pra arrepiar, pra levar às nuvens, tem que ser defeso, oculto, escondido, secreto, tem que dar frisson.
Tem que expressar força, poder, dominação. Do corpo, dos sentidos, da mente.
Tem que provocar susto, surpresa, emoção.
Amores serenos só são bonitos nas histórias infantis, pelo menos por enquanto...

0 comentários:
Postar um comentário
Depois de ler meus devaneios, 'bora filosofar comigo!