terça-feira, 12 de julho de 2011

Era uma vez...

Era uma vez uma menininha cheia de anseios.

Sonhava com uma casa linda pintada de amarelo e branco, um gramado na entrada, as crianças (seus filhos) brincando felizes, um marido ma-ra-vi-lho-so e um brilho no olhar.

Era uma vez uma adolescente que agregou aos sonhos da criança, o desejo de uma carreira promissora, sedimentada, projeção social, estabilidade emocional.

Era uma vez uma mulher, que trabalhou, trabalhou, trabalhou, engavetou os sonhos, embotou sua hablidade de um tanto que quase perdeu o sentido da vida.

Então um dia acordou, decidiu que só ela poderia gerar créditos para si mesma, que ela era a responsável pelo movimento que daria ao seu universo particular e mesmo sem saber como revelar sua habilidade iria continuar, o que? Aonde? Como?
Ela ainda não sabia responder, mas embora não pudesse mais resgatar os sonhos da criança, da adolescente, ela estava decidida a fazer diferente.

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