Vaidade. Juventude. A negação da morte.
Como se fosse possível manter-se eternamente jovem, como se não fosse óbvio o encontro com a morte. Como se fossemos viver para sempre.
A insanidade se contrapondo à realidade. A ilusão em contraste com a verdade.
Me sinto corpo não essência. Contudo, só a essência suplanta a morte.
Como se fosse possível manter-se eternamente jovem, como se não fosse óbvio o encontro com a morte. Como se fossemos viver para sempre.
A insanidade se contrapondo à realidade. A ilusão em contraste com a verdade.
Me sinto corpo não essência. Contudo, só a essência suplanta a morte.
O corpo? Este morre.
Num esforço humano, fugimos do encontro com a verdade, doída verdade: morreremos.
Fingimos alegrias, prazeres, ilusões, a efemeridade da bela juventude, tudo para não sofrer a conclusão de que o sentido da vida não vem com aparências exteriores. É preciso olhar para dentro. É essencial tonarmo-nos quem realmente somos.
Mas, apesar de lermos e sentirmos as desilusões cotidianas que vivemos, "a loucura finge que isso tudo é normal e eu finjo ter paciência."
Num esforço humano, fugimos do encontro com a verdade, doída verdade: morreremos.
Fingimos alegrias, prazeres, ilusões, a efemeridade da bela juventude, tudo para não sofrer a conclusão de que o sentido da vida não vem com aparências exteriores. É preciso olhar para dentro. É essencial tonarmo-nos quem realmente somos.
Mas, apesar de lermos e sentirmos as desilusões cotidianas que vivemos, "a loucura finge que isso tudo é normal e eu finjo ter paciência."

Seguindo seu blog...Adorei seus textos,espero que goste do meu blog também...
ResponderExcluirRonaldo muito obrigada! Vou lá ler um pouco de vc também!
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